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“O presente de Lola” para as crianças brasileiras
A Associação de Celíacos do Rio de Janeiro (Acelbra-RJ) acaba de disponibilizar em seu site a publicação eletrônica do livro “O presente de Lola”, do escritor espanhol Antônio de Benito. Com tradução e adaptação de Raquel Benati, o livro vem suprir uma lacuna na vida de muitas crianças brasileiras com necessidades alimentares especiais.
A história de Lola e sua irmã Carmem encanta os leitores e mostra que é possível conviver de forma positiva com as diferenças. As restrições impostas por uma dieta sem glúten não devem se tornar um empecilho na vida das crianças celíacas e o livro, de forma leve e divertida, confirma isso.
Antonio de Benito concedeu uma autorização especial de tradução e publicação para a Acelbra-RJ, na certeza de que o livro aqui, da mesma forma que na Espanha , pode ajudar muitas crianças a compreender suas limitações e potencialidades e também apresentar às outras pessoas o cotidiano de uma criança com intolerância ao glúten.
O livro original ( El regalo de Lola – 2009 ) já foi editado 3 vezes na Espanha pelas Associações de Celíacos de La Rioja, Cantabria e Aragon, respectivamente. Com ilustrações de Manuel Romero, o autor apresenta algumas atividades na parte final que ajudam a reforçar informações sobre a doença celíaca e a dieta sem glúten e dão oportunidade às crianças de refletirem sobre seu cotidiano.
Para acessar o livro (em pdf) clique aqui.
Fonte: Associação de Celíacos do RJ
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domingo,13 março, 2011
Publicado por O Vigilante Sanitário |
Direito Humano a Alimentação, Educação Sanitária, Notícias de interesse, Nutrição, Orientação Técnica, risco sanitário, Segurança Alimentar |
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Cientistas do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), ligado ao Ministério da Agricultura da Argentina, afirmam ter criado uma mistura de leite de vaca e de cabra especial que poderia contribuir na prevenção de doenças cardíacas, diabetes e tumores.
Em entrevista à BBC Brasil, o autor da pesquisa, o engenheiro agrônomo Gerardo Gagliostro, disse que a novidade foi batizada de “super leite”.
“Não é um medicamento, mas um alimento capaz de prevenir certas doenças, desde que a pessoa combine esse leite com alimentação e vida saudável”, afirmou.
Dieta na fonte
Segundo Gagliostro, as vacas e cabras que produzem o leite tiveram uma alimentação suplementar de soja, leite de soja e azeite de peixe. Por conta da alimentação mais saudável, os animais passaram a produzir leite menos gorduroso.
“Essa combinação alimentar que damos às vacas e cabras faz com que elas produzam leite com maior quantidade de ácidos benéficos, reduzindo a produção dos ácidos que entopem as artérias dos seres humanos. Ou seja, esse leite funcional reduz a gordura saturada do ponto de vista cardiovascular e evita outras doenças”, disse.
Ácidos anticâncer
O pesquisador sugere ainda que o leite produzido por estes animais bem alimentados contém níveis mais altos de ácido linoleico conjugado (CLA) e ácido vacênico (AV), substâncias que ajudam na prevenção contra a formação de tumores, principalmente de mama e ovário, obstrução das artérias e diabetes.
O “super leite” teria ainda baixos níveis de ácidos saturados e o índice recorde de 9% de ácido de linoleico conjugado.
De acordo com Gagliostro, o leite normal possui entre 3% e 3,4% de gordura saturada, contraindicada para pessoas com problema cardíacos e colesterol alto.
Super queijos
Segundo ele, esse tipo de pesquisa para produção de um leite mais saudável teria começado nos Estados Unidos com ratos de laboratório. Além dos EUA, a pesquisa é desenvolvida também na França.
A Argentina já começou a comercializar queijos com este “super leite” em pequenas lojas da província de Buenos Aires.
Fonte : Diário da Saúde
19/2/2010 12:45:00
domingo,28 fevereiro, 2010
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Comércio de alimentos, Leite e seus derivados, Notícias de interesse, Nutrição |
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Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comprovaram que a maior prevalência da infecção pelo Helicobacter pylori, espécie de bactéria que infecta o revestimento mucoso do estômago humano, está relacionada à condição socioeconômica da população, ocorrendo com mais frequência nos primeiros meses de vida em crianças de baixa renda.
O trabalho, realizado no Laboratório de Bacteriologia do Gastrocentro da universidade, com coordenação do professor José Murilo Robilotta Zeitune, do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas, teve como finalidade verificar a prevalência da infecção pela bactéria em crianças de até 6 anos de idade pertencentes a famílias de alta, média e baixa renda.
Segundo Zeitune, a infecção pelo Helicobacter pylori afeta cerca de 50% da população mundial, com maior prevalência nos países em desenvolvimento. “Estudos epidemiológicos sugerem que a transmissão da bactéria ocorre provavelmente pelas vias fecal e oral, estando diretamente relacionada com as condições socioeconômicas da população”, disse à Agência FAPESP.
“Apesar de a renda familiar estar diretamente associada à prevalência da bactéria, outros fatores, como condições de higiene e de saneamento básico, também estão relacionados à aquisição da infecção”, apontou.
No novo estudo a prevalência da infecção foi analisada em 218 crianças, sendo 92 pertencentes a famílias de baixa renda residentes em Teresina (PI). As crianças restantes foram selecionadas em Campinas, no interior paulista: 64 delas frequentavam a creche pública da Unicamp (média renda) e 62 estudavam em uma escola particular (alta renda).
A presença da bactéria foi verificada em amostras de fezes a partir da identificação do antígeno fecal do H. pylori (HpSA). Os resultados demonstram que a prevalência da infecção em crianças provenientes de famílias de baixa renda foi de 47,8%. Nas crianças de média renda essa prevalência foi de 13,5%, e naquelas de alta renda, 3,2%.
“Com relação à aquisição da infecção, os dados revelam que 16,7% das crianças de famílias de baixa renda foram infectadas desde os primeiros meses de vida, 20% das de renda média foram infectadas a partir do primeiro ano de vida, enquanto 18,1% das crianças de alta renda foram infectadas apenas a partir do terceiro ano de vida”, disse Zeitune.
“Desse modo, os dados sugerem que a maior prevalência da infecção ocorre em crianças com baixo nível socioeconômico, sendo que a aquisição da bactéria ocorre precocemente nessas crianças”, explica.
O H. pylori vem sendo estudado no Gastrocentro da Unicamp há vários anos por ser uma bactéria que causa gastrite, úlcera e até câncer gástrico. No Gastrocentro são realizados não apenas protocolos de pesquisa sobre a bactéria como também o seu diagnóstico na população atendida no Hospital das Clínicas da Unicamp.
“Temos vários projetos de pesquisa em andamento relacionados à bactéria, inclusive com estudos de epidemiologia molecular utilizando técnicas de genotipagem e sequenciamento do genoma do H. pylori”, disse o professor.
Método não-invasivo
Para os autores do novo estudo, uma das maiores contribuições do trabalho está na utilização de um método não-invasivo (HpSA) para o diagnóstico da infecção pelo H. pylori na população pediátrica, o que pode ser considerado, por si só, um grande avanço no diagnóstico da infecção pelo fato de apresentar resultados semelhantes aos obtidos pelos métodos tradicionais.
“O diagnóstico precoce realizado de forma prática e rápida pode levar ao desenvolvimento de terapias e programas de prevenção à infecção”, disse Zeitune. O método imunoenzimático não-invasivo utilizado para a pesquisa do antígeno fecal do H. pylori foi padronizado pelos pesquisadores do Laboratório de Bacteriologia do Gastrocentro há cerca de oito anos.
A utilização da pesquisa do antígeno fecal do H. pylori foi inicialmente descrita por pesquisadores italianos. Trata-se de um método não-invasivo que utiliza amostras de fezes para detecção da bactéria. Os métodos tradicionalmente utilizados no diagnóstico do H. pylori são a histologia e o teste da enzima urease.
“Esses dois métodos são invasivos e necessitam da coleta de fragmentos de mucosa gástrica por biópsia durante o exame endoscópico dos pacientes. Por outro lado, o emprego do antígeno fecal na detecção da infecção é de grande valia, sobretudo na população pediátrica, pois além de não-invasivo é um teste rápido e de fácil execução”, explicou.
O professor salienta ainda que outro estudo realizado pelo Gastrocentro, que também comparou crianças de mesma condição socioeconômica moradoras em Campinas e Teresina, demonstrou que os índices de prevalência da bactéria são diferentes, reforçando a influência das condições locais de saneamento básico na transmissão.
“Sendo assim, é importante que os municípios implantem uma política sanitária de qualidade e acessível a toda a população, além de realizar campanhas sobre a conscientização dos hábitos de higiene e apresentar programas de diagnóstico precoce da bactéria, o que poderá reduzir os custos do seu tratamento. Conhecendo melhor as faixas etárias com maior prevalência da infecção, é provável que se possa, no futuro, desenvolver programas de prevenção primária contra a bactéria”, apontou.
Calcula-se que cerca de 60% dos cânceres do estômago estejam relacionados ao desenvolvimento do H. pylori em pessoas infectadas na infância. O estudo feito na Unicamp foi premiado pela Federação Brasileira de Gastroenterologia durante a 8ª edição da Semana Brasileira do Aparelho Digestivo, realizada em outubro de 2008
domingo,15 fevereiro, 2009
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Notícias de interesse, Nutrição, Orientação Técnica |
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No dia 17 de outubro ocorrerá no Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) o XI Encontro de Nutrição do IFF. Podem participar médicos, nutricionistas e estudantes de Medicina e Nutrição. As inscrições estarão abertas até o dia 16 de outubro, das 9h às 16h, na Secretaria do Centro de Estudos Olinto de Oliveira (CEOO). Os interessados devem efetuar um depósito no valor de R$ 30 (estudantes) ou R$ 60 (profissionais) na conta corrente 112498-6, agência 0272 – Unibanco, ou na conta corrente 40000-9, agência nº 0087-6 (Catete) – Banco do Brasil. Outras informações: 2554-1714 ou cestudos@iff.fiocruz.br.
Programação:
8h – 8h30 – Distribuição do material
8h30 – Abertura
8h30 – 9h10 – Avaliação do estado nutricional da criança e do adolescente -
Utilização das novas curvas propostas pela OMS
Palestrante: Mirian Martins Gomes – Nutricionista (IFF/Fiocruz)
Moderador: Ana Lucia Pereira da Cunha – Nutricionista (IFF/Fiocruz)
9h10 – 10h – Alimentação no primeiro ano de vida: quando e como indicar as fórmulas infantis.
Palestrante: Elisa Lacerda – Professora do materno-infantil (UFRJ)
Moderador: Teresa Loyola – Nutricionista (IFF/Fiocruz)
10h – 10h20 – Intervalo
10h20- 11h – Importância da imunologia e da microbiota intestinal na criança
Palestrante: Monique Peduzi Bitteti – Membro do grupo de pesquisa em imunologia
gastrointestinal (UFF)
Moderador: Célia Chaves – Chefe do Departamento de Nutrição (IFF/Fiocruz)
11h -13h – Almoço
13h – 13h40 – Alergia Alimentar
Palestrante: Sheila Percope – Professora de Pediatria (UFRJ)
Moderador: Amélia Noronha – Gastroenterologista Pediátrico (IFF/Fiocruz)
13h40 – 14h20 – Doença do refluxo gastro esofágico
Palestrante: Myrna Santos Rocha (Hospital Municipal Jesus)
Moderador: Mirian Martins Gomes (IFF/Fiocruz)
14h20 – 15h – Assistência nutricional pré-natal
Palestrantes: Claudia Saunders – Professora do Departamento Materno-Infantil (UFRJ)
Moderador: Roseli Costa – Departamento de Nutrição (IFF/Fiocruz)
15h00 – 15h20 – Intervalo
15h20 – 16h20 – Assistência nutricional à criança com desnutrição grave
Palestrantes: Patrícia Padilha – Nutricionista (IPPMG/UFRJ)
Moderador: Maria Luiza Falci Werner – Departamento de Nutrição (IFF/Fiocruz)
sábado,6 setembro, 2008
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Direito Humano a Alimentação, Notícias de interesse, Nutrição |
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que crianças com menos de um ano de idade não consumam mel. O objetivo da orientação é prevenir a ingestão de esporos da bactéria Clostridium botulinum, bacilo responsável pela transmissão do botulismo intestinal. Não existem restrições ao consumo de mel por crianças com mais de um ano de idade e adultos sem problemas de saúde relacionados à flora intestinal.
Apesar de não haver confirmação de casos da doença no Brasil, a atuação da Anvisa está fundamentada em publicações oficiais da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (como, por exemplo o Manual Integrado de Vigilância Epidemiológica do Botulismo) e publicações científicas sobre contaminação do mel brasileiro com Clostridium botulinum. Resultados de pesquisas apontam que 7% das 100 amostras de mel comercializadas por ambulantes, mercados e feiras livres, em seis estados brasileiros, estavam contaminadas com o bacilo.
O assunto foi pautado pela Agência em duas reuniões da Câmara Técnica de Alimentos, fórum formado por professores especialistas que fornecem suporte técnico à Gerência Geral de Alimentos da Anvisa. “A discussão ocorrida na Câmara Técnica de Alimentos resultou na publicação do Informe Técnico 37, que alerta pais e educadores para não incluir o mel na alimentação de crianças menores de um ano”, explica a diretora da Anvisa, Maria Cecília Martins Brito.
O botulismo intestinal só se inicia após a transformação dos esporos do Clostridium botulinum para a forma vegetativa (início das atividades metabólicas do microrganismo). Na forma vegetativa, esse bacilo se multiplica e libera toxina botulínica no intestino. “É importante lembrar que a multiplicação do Clostridium botulinum e liberação da toxina no intestino só ocorre em crianças que ainda não possuem a flora intestinal completamente formada ou em adultos com alguma doença que possa alterar essa flora protetora”, afirma Brito.
Em adultos sem problemas relacionados à flora intestinal, o consumo desses esporos nos alimentos não gera qualquer tipo de problema para a saúde. “A vigilância sanitária está trabalhando com o princípio da precaução, uma vez que o alto teor de açúcar e a baixa atividade de água, próprios do mel, impedem a germinação do esporo e, conseqüentemente, a produção da toxina”, finaliza a diretora da Anvisa.
Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa
sábado,23 agosto, 2008
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Educação Sanitária, Notícias de interesse, Nutrição, Segurança Alimentar |
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São importantes tanto como fonte protéica, mas também como ingrediente de diversos produtos, especialmente na área de panificação. O motivo de sua ampla utilização como ingrediente é devido as suas propriedades funcionais de cor, viscosidade, emulsificação, geleificação e formação de espuma. Para atender o mercado que está cada vez mais exigente, os processadores de ovos vêm inovando e para proporcionar maior segurança, economia e praticidade, surgiu no mercado o ovo integral, a gema e clara pasteurizados ( líquida resfriada ou congelada ou desidratada ).
Classificação
Os ovos após a sua coleta são lavados e sanitizados, sendo posteriormente classificados manualmente ou eletronicamente de acordo com o tamanho e peso. Esta classificação determina o preço e o destino dos mesmos.
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TAMANHO
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Peso Mínimo por Dúzia (g)
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Jumbo
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850
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Extra Grande
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765
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Grande
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680
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Média
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595
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Pequeno
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510
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Industrial
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425
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Composição
São considerados como uma importante fonte protéica, por possuir todos os aminoácidos essenciais e em quantidade superiores ao exigido na dieta diária e por ser uma fonte de baixo custo.
Além da qualidade e quantidade de suas proteínas, também apresentam em sua composição ácidos graxos saturados e insaturados, minerais e vitaminas. A Tabela 1 apresenta a composição química do ovo integral e a Tabela 2, a composição da clara e da gema em separado. Apesar de haver certas restrições quanto ao consumo de ovos, devido ao colesterol estar relacionado com infarto do miocárdio, no entanto, atualmente este conceito tem sido modificado e acha-se que os principais responsáveis por esta patologia tem sido relacionados aos fatores de riscos, como a diabetes, obesidades, hábito de fumar, sedentarismo, etc.
O colesterol pode ser obtido da dieta (carnes, ovos, leites e seus derivados) ou através de síntese pelo próprio organismo. Sendo a maior parte do colesterol corpóreo proveniente da síntese, cerca de 1g/dia. Tem sido observado a relação da alta ingestão de carboidratos como principal causa de doença coronária, uma vez que a síntese pelo fígado ocorre a partir de resíduos de carboidratos. Apesar desses fatores negativos, devemos ressaltar que o colesterol também possui importante função nos mecanismos fisiológicos. As principais são como:
Ø isolante do sistema nervoso central;
Ø precursor da produção de ácidos biliares;
Ø auxiliador na produção de certos hormônios reguladores do armazenamento de sódio/potássio;
Ø substância essencial para produção estrógenos, progesterona;
Ø Precursor da vitamina D;
Atualmente, para atender o mercado de consumidor de produtos saudáveis, surgiu no mercado os ovos contendo ácidos graxos poliinsaturados ômega-3, além dos ovos orgânicos.
Ovos Pasteurizados
A pasteurização é normalmente realizada em trocadores de calor (placas) e as condições são ajustadas visando à destruição dos microorganismos patogênicos, sem que afete a funcionalidade de suas proteínas. Para o ovo integral e a gema é utilizada uma temperatura de 60°C por 3 minutos, e para a clara é utiliza-se 57°C por 2 minutos.
Os produtos pasteurizados podem ser comercializados tanto na forma líquida como congelada, e condicionadas em embalagens adequadas. Sob refrigeração a vida-de-prateleira é de aproximadamente 10 dias para o ovo integral e para a gema e de cerca de 45 dias para clara. Já os congelados, desde que estocados de forma correta, podem ser armazenados por até 2 anos.
As principias vantagens da utilização desses produtos pasteurizados são:
ü Facilidade de uso;
ü Evita disperdício e perdas por quebras e trincagem;
ü Reduz tempo e custo com a eliminação das etapas de quebra da casca e separação da gema e clara.
Ovos desidratados
O ovo integral, a gema e a clara são primeiramente pasteurizados, e só então são desidratados, utilizando secador contínuo do tipo spray-dryer, contendo atomizador de bicos ou centrífugo.
Este tipo de produto tem grande utilidade, principalmente, na elaboração de misturas secas (de bolos, mousses, torta, massas em geral, pão de queijo, etc.). Mas podem, quando for exigido no processamento, ser reidratados.
A vida-de-prateleira é de aproximadamente 6 meses para a gema e ovo integral desidratados e de 12 meses para a clara desidratada, desde que embalados e armazenados corretamente.
As principias vantagens da utilização deste produto são:
ü Reduz os riscos de contaminação;
ü Facilidade de uso (dosagem);
ü Evita disperdício e perdas por quebra e trincagem;
ü Reduz tempo e custo com a eliminação das etapas de quebra da casca e separação da gema e clara;
ü Economia de custos por não necessitar de transporte e estocagem refrigerada;
ü Facilidade e diminuição do espaço para transporte e armazenamento;
Ovo integral
As proteínas do ovo (gema + clara) são muito utilizadas na indútria alimentícia pelas propriedades funcionais de cor, viscosidade, emulsificação, geleificação e de formação de espuma.
Principias aplicações em:
Ø Pães;
Ø Bolos;
Ø Tortas;
Ø Massas;
Ø Biscoitos;
Ø Maionese;
Ø Molho para saladas;
Ø Omelete;
Ø Panqueca;
Ø Empanados.
Referência :visitem o site www.setor1.com.br
quinta-feira,21 agosto, 2008
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Aves e seus derivados, Comércio de alimentos, Fiscalização Sanitária, Nutrição, Orientação Técnica |
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Já estão abertas as inscrições de trabalhos para a II Mostra de Alimentação e Nutrição do SUS. Os resumos deverão ser enviados até o dia 19 de setembro. As inscrições devem ser feitas pelo site do evento(http://dtr2004.saude.dov.br/nutricao/evento ), promovido pelo Ministério da Saúde.
Vagas para quem não tiver trabalho serão limitadas
Em comemoração aos nove anos de existência da PNAN e 20 anos do SUS, ao sucesso da I Mostra realizada em 2005 e dos avanços da temática de alimentação e nutrição no cenário da promoção da saúde, com destaque para a inserção das ações no âmbito da atenção básica, a CGPAN apresenta a II Mostra de Alimentação e Nutrição do SUS.
O objetivo da iniciativa é identificar e valorizar a grande diversidade de experiências realizadas pelos profissionais e gestores no âmbito do SUS, a 2ª Mostra de Alimentação e Nutrição do SUS busca estimular o debate sobre as possibilidades de atuação e inserção das ações de alimentação e nutrição na prática da atenção à saúde.
A participação na 2ª Mostra de Alimentação e Nutrição do SUS poderá ocorrer de duas formas, a primeira pela inscrição de trabalho, sendo o mesmo selecionado para apresentação oral ou pôster e a segunda pela inscrição de participante, sem que seja necessária a apresentação de trabalho.
Para a inscrição de participante (sem a apresentação de trabalho), a CGPAN abrirá um número limitado de vagas, à definir, no dia 24 de setembro de 2008.
Leia o Regulamento para submissão de trabalhos e saiba como inscrever trabalhos ( 18/08/2008 )
Email: mostra.nutricao@saude.gov.br
quarta-feira,20 agosto, 2008
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Direito Humano a Alimentação, Notícias de interesse, Nutrição, Orientação Técnica, Saúde do trabalhador |
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A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) realizará, de 25 a 27 deste mês, o seminário internacional /Desafios Atuais das Políticas Públicas para o Meio Rural: Sustentabilidade, Agricultura e Segurança Alimentar. O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da UFRRJ e tem apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).
O presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional ( Consea ), Renato S. Maluf, será um dos expositores do evento, além dos conselheiros Naidison Baptista e Maria Emília Pacheco.
O diretor do Departamento de Promoção de Sistemas Descentralizados do MDS, Crispim Moreira, será um dos painelistas da mesa que debate as Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional e o Direito Humano à Alimentação. Em três dias de evento, estão programadas seis mesas de debates, que contarão, ao todo, com 24 painelistas, entre eles oito pesquisadores de universidades estrangeiras ( França, Chile, México e Colômbia ).
Informações sobre programação e inscrições podem ser obtidas na página do seminário na Internet (clique aqui)[1], pelo telefone (21) 2224 8577 ( ramal 218 ) ou pelo correio eletrônico ppseminar2008@uol.com.br.
FONTE: Com informações do CPDA / UFRRJ 19 de agosto de 2008
Assessoria de Comunicação CONSEA
(61) 3411.3349 / 2747
quarta-feira,20 agosto, 2008
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