O Vigilante Sanitário

O Conhecimento sobre a Vigilância Sanitária em defesa da Saúde do Consumidor.


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LEI Nº 6613 DE 06 DE DEZEMBRO DE 2013 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO LIVRO DE RECLAMAÇÕES EM TODOS OS ESTABELECIMENTOS DE FORNECIMENTO DE BENS OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ( livro pdf. em anexo )

O Vigilante Sanitário:

IMPORTANTE CONHECER

Postado originalmente em SINDICATO DOS MÉDICOS VETERINÁRIOS - RJ:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º O presente diploma visa reforçar os procedimentos de defesa dos direitos dos consumidores, tornando obrigatória a existência e disponibilização do Livro de Reclamações em todos os estabelecimentos de fornecimento de bens ou prestação de serviços sujeitos ao Código de Defesa do Consumidor.

Parágrafo único. Sem prejuízo do disposto neste artigo, os fornecedores de bens e os prestadores de serviços devem disponibilizar no seu sítio de Internet instrumentos que permitam aos consumidores reclamarem.

Art. 2º O fornecedor de bens ou prestador de serviços é obrigado a:
I – Possuir o Livro de Reclamações nos estabelecimentos;
II – Facultar, imediata e gratuitamente, ao consumidor o Livro de Reclamações sempre que lhe seja solicitado;
III – Afixar no seu estabelecimento, em local bem visível…

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Tendência mundial, caminhões de comida estão chegando ao Rio Primeiro, os chamados ‘food trucks’ estacionam em eventos, e em breve nas ruas

fast truck

JOANA DALE E MÁRCIA ABOS Publicado:13/07/14 – 7h00 Atualizado:13/07/14 – 8h20 O Globo S.A

RIO E SÃO PAULO – A gastronomia de rua é um clássico carioca. Dos doces vendidos em tabuleiros pelas mulheres retratadas por Jean Baptiste Debret nos arredores do Paço Imperial, séculos atrás, ao podrão turbinado com milho, ervilha, passas, batata palha e ovo de codorna em carrocinhas da Lapa, há décadas, quitutes degustados na calçada estão arraigados na rotina da cidade. Agora, o cardápio urbano está prestes a ganhar um toque gourmet: no rastro do recente sucesso de São Paulo, o Rio quer botar os food trucks na rua. E está em vias de dar sinal verde à circulação de caminhões, furgões, trailers e vans que preparam comida de qualidade na caçamba.

 O projeto de lei 808/2014, que prevê a “legalização e a organização do comércio de alimentos em logradouros públicos’’, está tramitando em comissões da Câmara Municipal. Elaborada pelo vereador Marcelo Queiroz (PP), a ideia foi alinhada com representantes do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio). Otimistas, renomados chefs estão investindo em cozinhas itinerantes, movimento que acompanha uma tendência já firmada em metrópoles do mundo todo, com destaque para as dos Estados Unidos (leia mais na página 28).

— O food truck tem tudo a ver com o perfil do Rio, uma cidade voltada para a rua — acredita Pedro de Lamare, presidente do SindRio. — A ideia é ocupar lugares estratégicos com uma gastronomia acessível. Não é para competir com bares e restaurantes regulares, é para somar.

Lagoa Rodrigo de Freitas, Aterro do Flamengo e Praça Paris são alguns dos possíveis pontos onde serão estabelecidas vagas específicas para os furgões pilotados por chefs. A Zona Portuária, por sua vez, pode vir a servir de estacionamento fixo e sediar um food park oficial.

— Estamos obtendo parecer favorável, e a previsão é que, se aprovada, a lei entre em vigor até janeiro de 2015 — conta Marcelo Queiroz. — Além de contemplar cariocas no dia a dia, os food trucks são ótimos para grandes eventos. Na Jornada Mundial da Juventude, por exemplo, sofremos com falta de opção. Temos urgência: as Olimpíadas estão aí.

O conjunto de normas é uma adaptação da lei paulistana, que entrou em vigor em maio, para a realidade do Rio. Uma das diferenças é que, em solo carioca, seria vetada a permissão de mais de uma concessão à mesma pessoa jurídica, evitando assim a formação de redes itinerantes.

— O food truck é uma opção mais acessível a todos, inclusive para o chef que não tem grana para abrir o próprio negócio, como eu, nesse Rio de preços impraticáveis — diz Checho Gonzales, ex-Zazá Bistrô.

Destino temporário: evento e shopping

Enquanto a lei não vem, a caravana culinária começa a se fazer notar em eventos fechados. É o caso da vespa Ape dos anos 50 adaptada pelo Venga, estacionada no Parque da Bola, no Jockey Club, na Gávea, desde o início da Copa do Mundo. A filial itinerante do bar de tapas tem menu enxuto: croquetas de jamón, hamburguesas de atum, patatas bravas e churros de chocolate.

Findo o Mundial, o veículo retrô, comandado pelos sócios Fernando e Roberto Kaplan e Daniel Oelsner, tem planos de estacionar na ArtRio.

— No dia que sair a lei vamos botar o truck para circular por toda a cidade. Espero que seja em breve — torce Fernando.

Vizinho do food truck do Venga no Parque da Bola, o trailer paulistano Los Mendozitos chegou ao Rio para participar do evento de futebol. Após a Copa, a adega ambulante que vende rótulos de pequenos produtores de Mendoza, na Argentina, vai passar três meses no primeiro piso do Shopping Leblon. É o quarto trailer do trio Ariel Kogan, Danilo Janjacomo e André Fischer — os outros três estão em pontos estratégicos da capital paulista: na loja Adriana Barra, nos Jardins, na feirinha da Praça Benedito Calixto e no Butantã Food Park. Tanto na lei de lá quanto no projeto de cá, bebida alcoólica não pode ser comercializada em vias públicas.

— Recebemos convites de outros dois shoppings e de uma feirinha. A gastronomia de rua está cada vez mais forte no Rio — opina André, que, em dias de jogos do Brasil, vendeu, em média, 150 garrafas por tarde, a preços entre R$ 55 e R$ 79.

A advogada Maria Isabel Matos, de 30 anos, virou fã dos food trucks durante o Mundial. Comprava tacinhas no Los Mendozitos e comidinhas no Venga:

— Tinha ideia de comida de rua ser sinônimo de podrão, mas revi os meus conceitos. Além de tudo, o caminhãozinho vermelho e o trailer azul são duas fofuras. Estou me sentindo em Nova York.

Os restaurantes sobre rodas foram customizados em São Paulo. Atualmente, há cinco oficinas na capital paulista vivendo de adaptar furgões, caminhões e vans. Os empresários cariocas Rodrigo Guimerà e Ruslan Alastair transformam um furgão típico de entrega de correspondências na Nhac! Máquina Orgânica. Escolheram a oficina Bumerangue, uma das tops de São Paulo.

— Queremos participar do circuito de eventos orgânicos e criar pratos elaborados com a xepa — conta Rodrigo.

No momento, está vedada qualquer concessão de novas matrículas em feiras livres do Centro à Barra. Só há espaço para novas barracas ou Kombis em Jacarepaguá, Campo Grande e Santa Cruz. O casal Gabriela Heringer e Leo Nicolay esbarrou nesse cenário quando tentou botar a flower truck Studio Lily na rua.

— Estamos restritos a eventos, mas loucos para circular e deixar as ruas mais floridas — diz Gabriela, que participa mensalmente do Cluster, em Botafogo.

Em São Paulo, a febre dos food trucks já mostrava força antes mesmo de a prefeitura sancionar a lei que autoriza e regulamenta a gastronomia de rua. O sucesso de feiras gastronômicas impulsionou a tendência a princípio restrita a eventos e locais fechados e fortaleceu as negociações de chefscomo Alex Atala (D.O.M.) e Rodrigo Oliveira (Mocotó) com vereadores para a criação da nova legislação na capital paulista.

Com uma fila de espera de dois a três meses, Bob Iser, dono de uma das mais concorridas oficinas especializadas, conta que desde o final do ano passado produz até seis trucks por mês. Todos os dias, entrega sete orçamentos. Os preços da customização variam de R$ 70 mil a R$ 300 mil. O primeiro truck que saiu da oficina foi criado há dois anos, encomenda do bar Astor.

— O céu é o limite. Vamos superar os pais dos food trucks, os Estados Unidos — acredita Bob.

Em dezembro do ano passado, duas semanas antes da aprovação da lei pela Câmara Municipal, os chefs Márcio Silva e Jorge Gonzalez começaram a circular com o Buzina Food Truck, estacionando em locais privados e eventos. Com preços que variam de R$ 5 a R$ 20, tem como especialidade hambúrgueres gourmet e costumam rodar nas zonas Oeste e Sul de São Paulo. Em um mês, planejam aumentar a frota para três furgões — e um deles deve pegar a Via Dutra em direção ao Rio de Janeiro.

Em viagens de férias com a família aos Estados Unidos, o engenheiro Maurício Ghigonetto, de 43 anos, costumava buscar nas cidades por onde passava os melhores food trucks. Com a expectativa de que um dia a tendência chegaria, enfim, a São Paulo, a família Ghigonetto descobriu o Buzina.

— Sempre achei que era algo que deveria acontecer em São Paulo: comida de alto nível na rua, com uma boa relação custo-benefício — comemora Maurício, que já experimentou nos trucks paulistanos temakis e comida mexicana.

Os food trucks oferecem em São Paulo refeições sempre abaixo de R$ 30. Angariam clientes fiéis que costumam acompanhar os itinerários destes restaurantes sobre rodas nas redes sociais. O crescimento do mercado resultou na criação de food parks como o Pátio Gastronômico da Casa Verde, na Zona Norte, a pracinha da Rua Oscar Freire, nos Jardins, e o Butantã Food Park, na Zona Oeste — este último aberto todos os dias da semana.

Com caminhões, trailers e barracas, o estacionamento de 1.400 metros quadrados no Butantã é uma enorme praça de alimentação ao ar livre, com mesas comunitárias onde os comensais degustam fish and chips, massas, costelinha ao molho barbecue, temakis e hambúrgueres, bebericando vinho ou cervejas artesanais. Nos fins de semana e feriados, o Butantã Food Park recebe, em média, cinco mil pessoas por dia.

Temaki, massas, tacos…

Um dos trucks que costumam estacionar no Butantã é o Temaki Point, dochef Paulo Enrico Sanches Gomes. Serve temakis e yakissobas a preços que variam de R$ 11,90 a R$ 13,90. O sucesso o levou a criar um espaço físico para a venda de comida japonesa numa casa de shows, o Credicard Hall.

— No começo, as pessoas ficavam com o pé atrás, mas fomos ganhando credibilidade — conta Gomes.

Amigos de infância, Raphael Corrêa e Juliana Moreira abandonaram carreiras de sucesso para transformar seu hobby em negócio próprio. Segredo da avó de Raphael, a receita de uma massa de pizza crocante com coberturas clássicas e criativas é o hit do cardápio do food truck Massa na Caveira, que costuma estacionar nas zonas Oeste, Sul e Norte de São Paulo há três meses. A dupla transformou uma Kombi de 1974 em sua cozinha e tem planos de investir num segundo veículo.

— Já pedimos alvará para um novo ponto. Nossa ideia é manter um truckcirculando em eventos e locais privados, e outro estacionado em Santana, bairro da Zona Norte — diz Corrêa, explicando que não tem conseguido atender a todos os convites que recebe para levar o Massa na Caveira a eventos.

O barista Alex Pereira decidiu investir na restauração e adaptação de uma Kombi, também de 1974, para criar o Bio Barista, uma cafeteria ambulante que serve desde dezembro do ano passado bebidas clássicas à base de café a preços que variam de R$ 4,50 a R$ 12.

— O conjunto da obra faz sucesso: vender na rua, numa Kombi antiga, um café gourmet orgânico feito com 100% de grãos arábica — acredita Pereira.

Dono de um restaurante fast food no Tatuapé, Zona Leste de São Paulo, o mexicano Arturo Herrera colocou na rua o truck La Buena Station, há um ano. Inspirado nas taquerias mexicanas, serve tacos, burritos, nachos e quesadillas. Os preços variam de R$ 6 a R$ 18.

— A ideia é oferecer na rua a mesma qualidade da comida do restaurante — explica Herrera.

Assim como outros chefs de rua, Herrera recebeu com entusiasmo a recente aprovação da lei, mas tem críticas sobre a regulamentação que prevê pontos fixos para a venda de alimentos nas ruas da capital paulista. Eles podem escolher seus pontos entre 700 locais espalhados por todas as regiões de São Paulo, dos quais mais de 200 serão oferecidos a food trucks. Os demais pontos serão ocupados por carrinhos e barraquinhas desmontáveis.

Ao restringir os locais de atuação a pontos fixos na cidade, os chefs alegam que a prefeitura os transforma “em quiosques sobre rodas”. Muitos planejam solicitar seu ponto, mas não querem deixar de rodar, ainda que para isso tenham que estacionar suas cozinhas em locais privados e em eventos gastronômicos.

— Vamos pleitear um ponto para ficar duas ou três vezes na semana. Mas continuaremos a circular e a atender em locais privados para não desrespeitar a lei — promete Herrera.

É um tipo de debate que, em breve, chegará ao Rio.

http://ela.oglobo.globo.com/vida/gastronomia/tendencia-mundial-caminhoes-de-comida-estao-chegando-ao-rio-13218848

Leia mais sobre esse assunto em http://ela.oglobo.globo.com/vida/gastronomia/tendencia-mundial-caminhoes-de-comida-estao-chegando-ao-rio-13218848#ixzz37MEiugDe 

EUA tem mais de três milhões de caminhões de comidas

Caminhão de comida… sem comida. Só tem mostarda!


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Curso on line de manipulação de alimentos já está disponível para os interesssados

A Anvisa disponibilizou, na quarta-feira (18/06), uma página dedicada ao curso de boas práticas de manipulação em serviços de alimentação. O curso tem como objetivo capacitar, apoiar e auxiliar os manipuladores de alimentos a aperfeiçoarem o controle sobre requisitos na categorização dos alimentos, reduzindo assim as doenças associados ao consumo.

O curso tem carga horária de 12 horas, possui oito módulos, é gratuito e pode ser realizado pelos funcionários de restaurantes, cantinas, bares e lanchonetes ou por responsáveis desses estabelecimentos para capacitação dos funcionários. Donas de casa, empregados domésticos, cuidadores também podem melhorar suas práticas domésticas de preparo e armazenamento de alimentos realizando esse treinamento.

Os inscritos terão a oportunidade de conhecer as formas seguras de preparar os alimentos e as principais regras da Vigilância Sanitária. Ao final do curso, os participantes que concluírem satisfatoriamente a avaliação irão obter um certificado e estarão aptos a realizar tarefas com mais qualidade e segurança.

 
Para acessar o curso basta clicar aquiou no banner do curso, que está localizado no lado direito da página principal da Anvisa.

Imprensa ANVISA 20/06/2014

 


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Lei dá isenção para agricultor, microempreendedor e economia solidária

A presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou nesta segunda-feira (23/6) a lei que garante ao agricultor familiar, ao Microempreendedor Individual (MEI) e ao empreendedor da economia solidária a isenção do pagamento da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária da Anvisa. A medida está no artigo 18 da lei 13.001/14, publicada nesta segunda-feira (23/6) no Diário Oficial da União.

De acordo com o artigo, os três tipos de empreededores não precisam mais pagar as taxas para regularizar suas empresas e produtos na Agência. A medida é resultado do programa Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária, da Anvisa, que faz parte do programa Brasil Sem Miséria, do Governo Federal. A proposta é de que as ações de vigilância sanitária sirvam como alavanca e suporte ao empreendimento familiar rural, ao empreendimento da economia solidária e o microeempreendedor individual. Este é o publico que enfrenta maior dificuldade na formalização de seus negócios e atendimento às regras sanitárias.

É o caso, por exemplo, de um agricultor familiar que produza doces ou geléias e que legalizados perante a vigilância sanitária terão mais qualidade e oportunidades de negócios. Até a publicação da lei, por exemplo, a notificação de fabricação de um alimento por um microempreendedor individual custava R$ 90,00. A medida também alcança farmácias e drogarias que funcionem como MEI, e neste caso estarão isentos da taxa anual de R$ 500,00 que incide sobre cada estabelecimento para poderem funcionar.

Em outubro do ano passado a Agência já havia aprovado uma resolução que racionalizou e simplificou os procedimentos e requisitos de regularização do MEI e do agricultor familiar junto ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. Com a sanção da lei pela presidente, a legislação sanitária brasileira garante ao agricultor familiar, ao MEI e ao empreendedor da economia solidária melhores condições de prosperar em seus negócios sem perder de vista a segurança sanitária dos produtos.

Veja a Lei 13.001/14 

Saiba mais: Anvisa aprova novas regras para pequenos empreendedores

Imprensa/ Anvisa 24/06/2014


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ANVISA abertas inscrições para o evento de Modelagem e Simulação Farmacocinética

Anvisa abriu, nesta segunda-feira (16/06), as inscrições para o curso de Modelagem e Simulação Farmacocinética. As inscrições vão até o dia 20 de junho com disponibilidade de 20 vagas para o setor regulado, sendo no máximo dois inscritos por empresa. O evento será realizado dia 22 de setembro no Auditório da Anvisa.

Os interessados devem encaminhar uma mensagem para o e-mail
bioequivalencia@anvisa.gov.br, preenchendo no campo assunto a palavra inscrição e descrevendo na mensagem o nome do participante, a instituição que representa e o contato. As vagas serão preenchidas por ordem cronológica das inscrições.

Confira abaixo a programação:

09:00 – 09:30– Introdução (Gustavo Mendes Lima Santos – CETER/GGMED/ANVISA)
09:30 – 10:30– Modelo PBPK/PD para Ibuprofeno (Rodrigo Cristofoletti – CETER/GGMED/ANVISA)
10:30 – 12:00– Correlação IVIV efavirenz (Lúcio Cabral – UFRJ)
12:00 – 13:00– Brunch
13:00 – 17:00– Applying PBPK modeling & simulation to assist with pharmaceutical research and Regulatory submissions ( John Antony – Vice President Marketing & Sales Simulation Plus, Inc.)

Endereço:  Auditório da Anvisa, Bloco E – Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) – Trecho 5, Área Especial 57, Brasília (DF) 

Fonte: Bioequivalência/Anvisa 16/06/2014

Endereço: Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) – Trecho 5, Área Especial 57, Brasília (DF) – CEP: 71205-050 c 2005-2009 Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Todos os direitos reservados. ANVISA ATENDE – 0800-642-9782 – webmail


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Aberta chamada pública para seleção de trabalhos técnicos pela ANVISA.

A Anvisa apoia o lançamento da chamada pública para seleção de trabalhos científicos para serem publicados na edição “Vigilância Sanitária e a Promoção da Alimentação Adequada e Saudável: Impasses, Desafios e Perspectivas”, da revista Visa em Debate.

O objetivo dessa edição é apresentar os trabalhos científicos que contribuam com a reflexão e o debate sobre a interface entre a temática alimentar e a vigilância sanitária, na perspectiva da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da promoção da saúde e das demais políticas públicas.

Os artigos a serem publicados devem ser referentes aos temas sugeridos pela editoria da revista. A data final para submissão dos trabalhos é o dia 30 em agosto. A  publicação está prevista para ser lançado no final de novembro. A submissão dos trabalhos deve ser feita pelo endereço: http://www.visaemdebate.incqs.fiocruz.br.

Nesta edição, a revista conta com a colaboração dos editores convidados: Diogo Thimoteo da Cunha (Unifesp), Maria Angélica Tavares de Medeiros (Unifesp) e Silvana do Couto Jacob (INCQS).

Conheça os Temas sugeridos para os trabalhos

1. Agricultura familiar e produção artesanal. Desafios para a regulação sanitária;

2. Controle de qualidade, aspectos nutricionais e de rotulagem de alimentos;

3. Avaliação de segurança, impacto e qualidade nutricional dos organismos geneticamente modificados;

4. Avaliação de risco de aditivos, contaminantes e resíduos associados à produção, circulação e consumo de alimentos;

5. Comida de rua. O comércio ambulante de alimentos e seus impactos sobre a saúde urbana;

6. Produção industrial e desenvolvimento tecnológico. Impactos na segurança alimentar;

7. Alimentos e patógenos emergentes;

8. Confiabilidade metrológica. Análise situacional, material de referência e ensaios de proficiência;

9. Alimentos e nutrientes de interesse das políticas de alimentação e nutrição;

10. Avaliação de políticas e programas implementados, visando a redução dos riscos sanitários de alimentos;

11. Aspectos da formação de manipuladores de alimentos considerando seus conhecimentos, atitudes, práticas e percepções;

12. A saúde dos trabalhadores e a avaliação dos riscos na cadeia alimentar;

13. Conceito de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) e o debate sobre a legislação sanitária;

14. Perspectivas da Legislação Nacional na ciência dos alimentos;

15. Doenças crônicas não transmissíveis. Ações intersetoriais e conflitos de interesses;

16. Segurança Alimentar e Nutricional no âmbito das políticas públicas. Iniciativas em curso e possíveis caminhos de convergência.

Imprensa/ Anvisa 06/06/2014

 

 


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Vigilância Sanitária na Copa 2014

A vigilância sanitária já entrou em campo. O objetivo é prevenir riscos normalmente associados à preparação de alimentos, fornecimento de água, e estrutura de atendimento de emergência nos estádios. Após 64 anos da realização da primeira Copa no Brasil, no Rio de Janeiro, agora o país recebe os convidados em 12 cidades sede.

Após três anos de preparação para a Copa, a Anvisa, estados e municípios estão aptos para proteger a saúde de turistas, espectadores, atletas, jornalistas e os diversos públicos que participam dos jogos. Nos últimos meses, a Agência e as vigilâncias das cidades sede tiveram uma série de encontros com o Comitê Organizador Local da Copa (COL) para preparar as estruturas de alimentação e atendimento de saúde que estará disponível durante os 32 dias de torneio.

Para garantir a segurança sanitária dos torcedores e participantes, a Anvisa e o COL promoveram no início do ano um seminário em que as cidades que recebem os jogos puderam trocar informações com os responsáveis pelos estádios, alimentações e atendimento médico aos participantes do evento.

O Brasil é completamente diferente daquele de 1950, quando sediamos o certame pela primeira vez, quando ainda não existia o Ministério da Saúde, criado em 1953, tampouco a Anvisa, que este ano completou 15 anos de existência.

Para o Diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, o esforço de preparação realizado pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária em torno do mundial, coloca a vigilância sanitária em um novo patamar. “Está muito claro para a área de saúde, que o evento da Copa serviu como um catalizador de projetos importantes, a nossa preparação e monitoramento de grandes eventos está em um nível muito acima do que tínhamos. Isso cria resultados concretos para a população brasileira, pois temos grandes legados”, sintetiza Barbano.

Esta não é a primeira vez que a saúde entra em campo durante um certame internacional. Em edições anteriores, realizadas em outros países, o SUS foi responsável por vacinar jogadores e turistas que passaram por zonas de transmissão de sarampo e pólio, por exemplo. Essa ação preventiva foi importante para evitar a importação do vírus no retorno das delegações e dos turistas ao Brasil.

Ações da Anvisa

Categorização de Estabelecimentos de Alimentação:
 O projeto brasileiro foi inspirado em experiências semelhantes em outras cidades do mundo, como Nova Iorque e Londres. Nessas cidades houve melhoria das práticas sanitárias dos restaurantes, aumento da confiança do consumidor, além do reconhecimento daqueles que investiam em qualidade. No Brasil, o projeto piloto mostrou quem em apenas poucos meses houve um melhora nos níveis de qualidade em todas as categorias, com aumento dos estabelecimentos de nota A e queda dos estabelecimentos Pendentes. – http://s.anvisa.gov.br/wps/s/r/cT0y

Regulação de serviços de saúde em grandes eventos: A resolução define parâmetros para que a Anvisa possa atuar de forma preventiva e antes do início dos eventos, avaliando se a estrutura de atendimento oferecida é compatível com as características e quantitativos do público. Entre as medidas está a previsão de que os organizadores garantam a remoção do paciente atendido no local do evento para um serviço de saúde de maior complexidade, quando necessário. – http://s.anvisa.gov.br/wps/s/r/cSpo

Entrada de kits antidopping: O Brasil tem uma norma específica para a entrada de produtos e kits antidoping. O procedimento, conhecido como internalização, é fundamental para que o Brasil tenha agilidade na realização dos testes antidopping e seja capaz de atender as necessidades dos grandes eventos esportivos no país, como a Copa Fifa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. O regulamento aprovado em 2013 define uma norma única que sirva para quaisquer eventos esportivos a serem realizados no Brasil. Em anos anteriores, o Brasil publicou regras específicas de acordo com o evento realizado, como os Jogos Militares e o Pan Americano.

Plano Operativo da Vigilância Sanitária: Plano elaborado de forma conjunta entre a Anvisa, e vigilâncias sanitárias dos estados e municípios, integra ações de vigilâncias de produtos e serviços, orientação à população, entrada de produtos e viajantes no país e monitoramento dos eventos de forma articulada.

Imprensa/ Anvisa 11/06/2014

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